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  • Terça, 17 de Julho de 2018

  • Calçadistas projetam retomada com vendas das coleções de verão

  • O site da Associação Brasileira das industrias de Calçados(Abicalçados) informa:

    Apesar da brusca queda na demanda interna por calçados, o setor aposta em retomada no segundo semestre, especialmente a partir dos negócios efetuados no mercado internacional. Essa é a expectativa do presidente-executivo da Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), Heitor Klein, colocada hoje (17) para a imprensa nacional durante coletiva de imprensa realizada durante a Francal 2018, em São Paulo/SP. Também participaram do encontro o presidente da Francal, Abdala Jamil Abdala, e o presidente da Associação Brasileira dos Lojistas de Artefatos e Calçados (Ablac), Marcone Tavares. 

    Na oportunidade, Klein destacou que, apesar dos indicadores negativos, tanto no mercado doméstico como internacional (leia abaixo), a “saúde intramuros” do setor permite projeções melhores já no segundo semestre”. Para executivo, mesmo em meio à recessão econômica registrada nos últimos anos e a queda na produção – que gerou uma capacidade ociosa em torno de 35% nas fábricas de calçados – a atividade conseguiu manter alguma estabilidade, sem um número significativo de fechamentos de estabelecimentos. “Hoje, o setor está maduro e atento às questões de caixa, mantendo a redução de custos até o momento em que a situação esteja normalizada”, pontou. Segundo ele essa situação coloca uma possibilidade de almejar um segundo semestre positivo, especialmente para as empresas que estejam com estratégias definidas no mercado internacional, posto que a demanda doméstica deve seguir baixa até o final do ano e a cotação cambial favorável para formação de preços mais competitivos. “As coleções de verão, apresentadas durante a Francal, e que também serão expostas nas feiras internacionais nesta segunda parte do ano, devem dar um impulso às vendas de calçados. É a estação mais vendedora para os fabricantes brasileiros”, projetou o executivo. 
     
    Frequência de compras
    O presidente da Ablac apresentou uma pesquisa realizada pela entidade em parceria com a Kantar Worldpanel, que aponta para uma queda de 1% nas vendas domésticas de calçados no comparativo entre maio deste ano com o mesmo período de 2017. Por outro lado, Tavares destacou a melhora na frequência de compras (de 13,8% no comparativo entre julho do ano passado e maio de 2018), o que permite boas expectativas para o varejo ainda em 2018. “O aumento na frequência significa mais oportunidades para a loja física, desde que essa entenda que o consumidor atual busca uma experiência diferenciada de compra”, comentou o dirigente, para quem o varejo do segmento deve crescer na faixa de 2% na segunda parte do ano, tanto em função do aumento da frequência de visitas ao varejo como de uma demanda reprimida dos últimos semestres. “Para 2019 as projeções são melhores, mas essa expectativa depende também do fato político – Eleições”, concluiu. 
     
    Abicalçados
    A Abicalçados participa da feira paulista com ações de promoção comercial e de imagem. Para esta edição, a entidade calçadista realiza, em parceria com o Escritório da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos da Eurásia (Apex-Brasil Eurásia), o Projeto Comprador Vip, que trouxe compradores de um dos maiores grupos de calçados e artigos infantis da Rússia, o grupo Gulliver.
     
    Além do projeto comercial, a entidade realiza, por meio do Brazilian Footwear, programa de apoio às exportações de calçados mantido em parceria com a Apex-Brasil, o Projeto Imagem. Por meio deste, foram trazidos ao Brasil oito veículos segmentados dos principais mercados para o calçado brasileiro no exterior: Serma, da Argentina; Style America, El Tiempo e Publimetro, da Colômbia; Globalfashion, da Espanha; Edizioni AF e Moda Pelle, da Itália; e Shoes Magazine, da Rússia. O objetivo é proporcionar maior visibilidade para o produto Made in Brazil no exterior. 
     
     
    Números do setor
    Estabelecimentos: 7,1 mil;
    Produção (2017): 909 milhões de pares;
    Exportação (2017): 127 milhões de pares ;
    Consumo interno (2017): 899 milhões de pares;
    Emprego (maio de 2018): 294,6 mil postos ante 300,6 mil em maio do ano passado (-2%);
    Produção: entre janeiro e maio a produção de calçados caiu 4,6% na relação com mesmo período de 2017. Somente no mês de maio, abalado severamente pela greve dos caminhoneiros, a queda foi de 15,8% na relação com mesmo mês do ano passado;
    Exportações: entre janeiro e junho de 2018 as exportações de calçados caíram 6,7% em volume e 7,9% em receita, fechando em 55,3 milhões de pares embarcados por US$ 486,9 milhões. O comparativo é com mesmo período de 2017. 
     
    Referências:“Calçadistas projetam retomada com vendas das coleções de verão”.Disponível em:”http://www.abicalcados.com.br/noticia/calcadistas-projetam-retomada-com-vendas-das-colecoes-de-verao” Acesso em: 17 de julho de 2018.
     
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  • Segunda, 16 de Julho de 2018

  • Francal mostra a força do setor calçadista nacional

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    O site da Associação Brasileira das industrias de Calçados(Abicalçados) informa:
     
    A abertura oficial da 50ª edição da Feira Internacional da Moda em Calçados e Acessórios - Francal, que acontece entre os dias 16 e 19 de julho, no Expo Center Norte, em São Paulo/SP, destacou a força da indústria
    calçadista nacional. Com representantes da cadeia, fornecedores, indústria e varejo, o evento brindou os 50 anos da mais tradicional feira calçadista brasileira e provocou uma reflexão sobre os atuais desafios do setor, que vão além da superação da crise atual, trazendo a necessidade da adaptação da cadeia para o atendimento de um novo tipo de consumidor. 
     
    O presidente da mostra, Abdala Jamil Abdala, ressaltou que a feira vem fazendo as adaptações demandadas pelo mercado, proporcionando uma experiência completa, que vai além dos negócios, com muito conteúdo e informação qualificada. “Aqui teremos uma prova da força do setor, que mesmo diante das dificuldades do atual momento, tem buscado inovação e certamente irá apresentar o que de melhor temos na indústria de calçados e artefatos”, disse, acrescentando que o empresário, cada vez mais, percebe que é “hora de parar de reclamar e trabalhar pelo desenvolvimento do setor”. 
     
    O presidente-executivo da Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), Heitor Klein, acrescentou que a resistência do setor, mesmo em meio a uma brusca queda na demanda interna e as oscilações nas exportações, é prova da força de toda a cadeia coureiro-calçadista nacional. “Mesmo com todos os problemas de competitividade, estamos presentes em mais de 150 países”, avaliou. Segundo o executivo, existe uma expectativa de que a partir do segundo semestre, com as vendas das coleções de primavera-verão, a situação melhore para o segmento, que viu as vendas caírem tanto no mercado interno (-4%) como no externo (-6,7%) no primeiro semestre de 2018. 
     
    Klein ressaltou, ainda, que para vencer os desafios atuais da cadeia é preciso, num primeiro momento, reduzir os custos, sobrevivendo à crise. “Tempos atrás comemorávamos, aqui na Francal, um crescimento de 10% no varejo de calçados. Hoje estamos longe disso, então a indústria precisa entender que o momento é de segurar o caixa para, quando a economia estiver recomposta, passar a investir em inovação, tanto em produto quanto em modelos de negócios e processos”, conclui o dirigente, destacando o Future Footwear, programa que une as entidades representativas da cadeia e que tem por objetivo estimular a adoção dos conceitos da Indústria 4.0 na produção de calçados, além de novos modelos de negócios e produtos inovadores. 
     
    A abertura contou também com intervenções do vice-presidente da Associação Brasileira dos Lojistas de Artefatos e Calçados (Ablac), Imad Esper, que falou sobre a importância da união de todos os elos da cadeia para a adaptação às exigências do mercado atual, especialmente com relação à atuação no canal omnichannel; do CEO da Usaflex, Sérgio Bocayuva, que destacou o crescimento dos canais monomarcas  e os desafios para o varejo multimarcas, que passam especialmente pelo treinamento dos vendedores para conceder uma experiência de compra satisfatória ao consumidor; do presidente da Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos (Assintecal), Milton Killing; e do presidente da Associação Brasileira dos Representantes de Calçados (Abrecal), Paulo Schemes.
     
    Abicalçados
    A Abicalçados participa da feira paulista com ações de promoção comercial e de imagem. Para esta edição, a entidade calçadista realiza, em parceria com o Escritório da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos da Eurásia (Apex-Brasil Eurásia), o Projeto Comprador Vip, que trouxe compradores de um dos maiores grupos de calçados e artigos infantis da Rússia, o grupo Gulliver.
     
    Além do projeto comercial, a entidade realiza, por meio do Brazilian Footwear, programa de apoio às exportações de calçados mantido em parceria com a Apex-Brasil, o Projeto Imagem. Por meio deste, foram trazidos ao Brasil oito veículos segmentados dos principais mercados para o calçado brasileiro no exterior: Serma, da Argentina; Style America, El Tiempo e Publimetro, da Colômbia; Globalfashion, da Espanha; Edizioni AF e Moda Pelle, da Itália; e Shoes Magazine, da Rússia. O objetivo é proporcionar uma maior visibilidade para o produto Made in Brazil no exterior. 
     
    Referências:“Francal mostra a força do setor calçadista nacional”.Disponível em:”http://www.abicalcados.com.br/noticia/francal-mostra-a-forca-do-setor-calcadista-nacional” Acesso em: 16 de julho de 2018.
     
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  • Sexta, 13 de Julho de 2018

  • Parlamentares falam sobre momento político e papel da sociedade, em Novo Hamburgo

  • O site da Associação Brasileira das industrias de Calçados(Abicalçados) informa:
     
    As entidades representativas da cadeia coureiro-calçadista nacional Abicalçados, Abrameq, AICSul, Assintecal e CICB promoveram, hoje (13), um encontro com parlamentares, empresários ligados à atividade e imprensa para tratar do atual momento político nacional e qual o papel da sociedade na resolução das crises políticas e econômicas que afligem o Brasil. Para o debate, foram trazidos a senadora Ana Amélia Lemos e o deputado federal Renato Molling, ambos defensores da indústria calçadista no Congresso Nacional. O encontro aconteceu na Sociedade Ginástica, em Novo Hamburgo/RS.
     
    O presidente do Conselho Deliberativo da Abicalçados, Rosnei da Silva, abriu o evento ressaltando a importância da atuação dos parlamentares para o desenvolvimento do setor calçadista, que atualmente conta com mais de sete mil estabelecimentos que geram cerca de 300 mil postos de trabalho no País. 
     
    O deputado federal Renato Molling, presidente da Frente Parlamentar em Defesa dos Setores Coureiro-Calçadista e Moveleiro, ressaltou que o momento é de enfrentar as turbulências econômicas e políticas com engajamento no pleito eleitoral de outubro. “Nos últimos anos, tivemos administrações populistas que fizeram um grande estrago na economia do País. O nosso papel, enquanto sociedade, é termos envolvimento no processo, votando melhor, em técnicos e gestores honestos nas próximas eleições”, disse. 
     
    Segundo ele, é preciso, em primeiro lugar, eleger um governo responsável com as finanças públicas e com força política, que consiga ter influência sobre o Congresso Nacional para aprovação de medidas relevantes para o Brasil. Para Molling, o governo atual, do presidente Michel Temer, começou fortalecido, conseguindo aprovar pleitos relevantes, como o teto dos gastos públicos e a Reforma Trabalhista, mas foi enfraquecido devido à crise política. “O momento é de união para transformarmos o ambiente político no Brasil”, concluiu. 
     
    Ética
    Na sequência, a senadora Ana Amélia Lemos destacou o protagonismo da sociedade na mudança do atual ambiente político, recheado de escândalos de corrupção e falta de zelo com o dinheiro público. Frisando a importância da ética e transparência no combate à corrupção, a parlamentar ressaltou que os cidadãos devem praticar a honestidade nas ações do dia a dia e não apenas cobrar publicamente os políticos corruptos. 
     
    Na segunda parte da exposição, Ana Amélia lamentou o atual momento de insegurança jurídica passado pelo Brasil. “Hoje não é somente a classe política que está desacreditada, é também a classe jurídica”, disse, citando o imbróglio jurídico formado com a soltura e prisão do ex-presidente Lula no último domingo. 
     
    No evento, ambos os parlamentares agradeceram o apoio dos empresários da cadeia coureiro-calçadista e se comprometeram a seguir lutando por melhores condições de competitividade para o setor. Tanto Ana Amélia quanto Molling foram fundamentais para o logro do pleito pela manutenção da indústria calçadista na no rol de setores beneficiados pela desoneração da folha de pagamentos (pagando 1,5% do faturamento bruto com vendas domésticas invés dos 20% sobre a folha de pagamentos), mecanismo essencial para a atividade, especialmente no momento atual de demanda desaquecida e falta de competitividade no mercado internacional. 
     
    Referências:“Parlamentares falam sobre momento político e papel da sociedade, em Novo Hamburgo”.Disponível em:”http://www.abicalcados.com.br/noticia/parlamentares-falam-sobre-momento-politico-e-papel-da-sociedade-em-novo-hamburgo” Acesso em: 13 de julho de 2018.
     
  • Postado por: TI - STICKFRAN

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