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  • Sexta, 18 de Maio de 2018

  • Mercado do Reino Unido atrai calçadistas brasileiros

  • Resultado de imagem para reino unido

    O site da Associação Brasileira das industrias de Calçados(Abicalçados) informa:

    "Os calçadistas brasileiros estão focados na expansão do mercado no Reino Unido, que no ano passado importou o equivalente a US$ 6,4 bilhões em calçados, a maior parte deles da China. A primeira iniciativa do Brazilian Footwear naquele país foi realizada entre os dias 7 e 12 de maio, quando uma equipe da Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), que gere o programa de apoio às exportações de calçados em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), esteve in loco realizando uma missão prospectiva para conhecer melhor o mercado local.

     
    A gestora de Projetos da Abicalçados, Roberta Ramos, conta que no período foram realizadas reuniões com promotoras de feiras, empresas de Relações Públicas e de matchmaking, Setor de Promoção Comercial do Brasil no Reino Unido (Secom), compradores locais e espaços para um possível showroom brasileiro no país, além de visitas ao varejo de Londres e do sudeste da Inglaterra. “O Reino Unido é um mercado, de fato, novo para o Programa. No país podemos encontrar poucas marcas brasileiras, já que a maior parte das empresas que exporta para lá o faz por meio de private label (com a etiqueta do cliente)”, explica Roberta, ressaltando a importância de se iniciar um trabalho de imagem e promoção comercial das marcas Made in Brazil no país. No ano passado, conforme dados da Abicalçados, os calçadistas brasileiros exportaram para lá US$ 24 milhões, 11% menos do que em 2016. Já nos quatro primeiros meses deste ano, foi embarcado o equivalente a US$ 8,2 milhões, 8% mais do que no mesmo ínterim de 2017.
     
    Oportunidades
    Segundo a gestora, trata-se de um mercado promissor, especialmente porque é grande consumidor de produtos de maior valor agregado (couros) e tem no preço competitivo um fator determinante. Somente no ano passado, o consumo britânico ficou em 275 milhões de pares, número que deve ultrapassar 280 milhões até 2019, cerca de 4 pares per capita. “Os calçados brasileiros estão bem posicionados na questão preço e qualidade, dois fatores fundamentais de compra no Reino Unido”, acrescenta. Conforme estudo sobre aquele mercado, realizado pela Inteligência da Abicalçados e que será lançado até o final deste mês, o preço foi considerado determinante por 36% dos compradores, fator seguido por qualidade (29%).
     
    Durante a Missão, também foi observado que os consumidores locais são abertos a novidades e tendências de moda, embora prezem muito pelo conforto. “Na Inglaterra, maior mercado do Reino Unido, vimos oportunidade para os três segmentos - feminino, masculino e infantil -, justamente pelo estilo de consumo, pelo o que é ofertado nas lojas, e pela boa imagem do Brasil junto aos ingleses”, conta Roberta.
     
    Programa
    Renovado a cada dois anos, atualmente o Brazilian Footwear para o biênio 2017/2018 tem um aporte total de R$ 36,46 milhões para ações de promoção internacional do calçado brasileiro, que incluem participação em feiras, missões comerciais, estudos de prospeção, projetos de imagem, projetos compradores - que trazem importadores para o Brasil, entre outros. Além do Reino Unido, são considerados mercados-alvo do programa a França, os Estados Unidos, a Colômbia, a China/Hong Kong e os Emirados Árabes Unidos.
     
     
    Sobre o Brazilian Footwear:
    Brazilian Footwear é um programa de incentivo às exportações desenvolvido pela Abicalçados em parceria com a Apex-Brasil. Este programa tem por objetivo aumentar as exportações de marcas brasileiras de calçados através de ações de desenvolvimento, promoção comercial e de imagem voltadas ao mercado internacional. Conheça: www.brazilianfootwear.com.br | www.abicalcados.com.br/brazilianfootwear
     
    Sobre a Apex-Brasil:

    A Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos  (Apex-Brasil) atua para promover os produtos e serviços brasileiros no exterior e atrair investimentos estrangeiros para setores estratégicos da economia brasileira. Para alcançar esses objetivos, a Apex-Brasil realiza ações diversificadas de promoção comercial que visam promover as exportações e valorizar os produtos e serviços brasileiros no exterior, como missões prospectivas e comerciais, rodadas de negócios, apoio à participação de empresas brasileiras em grandes feiras internacionais, visitas de compradores estrangeiros e formadores de opinião para conhecer a estrutura produtiva brasileira entre outras plataformas de negócios que também têm por objetivo fortalecer a marca Brasil. Conheça: www.apexbrasil.com.br"

    Referências:“Mercado do Reino Unido atrai calçadistas brasileiros”, 2018.Disponível em:”http://www.abicalcados.com.br/noticia/mercado-do-reino-unido-atrai-calcadistas-brasileiros” Acesso em: 18 de maio de 2018.

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  • Quinta, 17 de Maio de 2018

  • Exportações de calçados registram incremento em abril

  • Resultado de imagem para exportação de calçados

    O site da Associação Brasileira das industrias de Calçados(Abicalçados) informa:

    "Após três meses consecutivos de quedas, as exportações de calçados registraram incremento em abril. No mês quatro, foram embarcados 9,87 milhões de pares que geraram US$ 93,18 milhões, altas de 18,4% e de 17,6%, respectivamente, no comparativo com abril do ano passado. Já no acumulado do quadrimestre, as exportações somaram 40,36 milhões de pares por US$ 344,2 milhões, altas de 1,8% tanto em pares como em valores gerados em relação a igual período de 2017.

     
    O presidente-executivo da Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), Heitor Klein, avalia que o resultado é um alento para os calçadistas, que iniciaram o ano amargando quedas consecutivas nos embarques (até março a queda era de 3,4% nos valores gerados). “Os embarques de abril são provenientes das vendas realizadas nas primeiras feiras do ano, na Itália, Estados Unidos e Colômbia. Somente nesses eventos, foram alinhavados negócios na ordem de mais de US$ 63 milhões para 2018”, comenta o executivo.
     
    Segundo o executivo, para o ano, a expectativa é de que os embarques registrem um leve incremento ante 2017, ano que encerrou com o embarque de 127 milhões de pares exportados para mais de 150 destinos.  “Porém, tudo vai depender do comportamento do dólar ante o real. O valor atual, na casa de R$ 3,50 por dólar, dá condições para a formação de preços mais competitivos. O grande problema, e ponto de interrogação, é a falta de estabilidade da cotação cambial”, acrescenta Klein.
     
    Destinos
    No primeiro quadrimestre do ano, o principal destino foi a Argentina, país que ultrapassou os Estados Unidos em março. No período, foram exportados para o país vizinho 3,72 milhões de pares que geraram US$ 58,36 milhões, incrementos de 20,7% em pares e de 19,9% em receita no comparativo com igual ínterim de 2017.
     
    O segundo destino foi os Estados Unidos, para onde foram enviados 3,8 milhões de pares por US$ 51 milhões, quedas de 4,6% em volume e de 20,8% em valor gerado na relação com o mesmo período do ano passado.
     
    O terceiro destino foi a França. Os franceses compraram 3 milhões de pares por US$ 21 milhões, altas de 54,3% em pares e de 21,5% em receita no comparativo com 2017.
     
    Origens
    O Rio Grande do Sul segue como principal exportador de calçados do Brasil. No quadrimestre, os gaúchos embarcaram 9,56 milhões de pares que geraram US$ 154 milhões, altas de 4,4% em volume e de 4,3% em dólares em relação a igual período do ano passado.
     
    O segundo exportador do período foi o Ceará, de onde partiram 16 milhões de pares pelos quais foram pagos US$ 88,26 milhões, altas de 7,8% em pares e de 5% em receita na relação com 2017.
     
    Apesar da queda, a terceira origem do calçado exportado segue sendo São Paulo. No período, os paulistas embarcaram 2,26 milhões de pares que geraram US$ 36,86 milhões, quedas de 16,6% e de 9,4%, respectivamente, no comparativo com o ano passado.
     
    Importações em alta
    As importações seguem em alta no ano. Em abril, entraram no Brasil 2,54 milhões de pares, pelos quais foram despendidos US$ 29,26 milhões, altas de 58,7% em volume e de 26,8% em receita no comparativo com igual mês do ano passado. Com isso, no acumulado do quadrimestre, as importações somaram 11,3 milhões de pares e US$ 130,17 milhões, incrementos tanto em volume (18,7%) como em dólares (5,7%) em relação a 2017.
     
    As principais origens das importações de calçados seguem sendo os países asiáticos. No quadrimestre, o Vietnã aparece como principal exportador de calçados para o Brasil, com a venda de 4,2 milhões de pares por US$ 70,8 milhões, altas de 18,3% em volume e de 5,7% em receita na relação com igual ínterim do ano passado.
     
    A Indonésia aparece na sequência, com 1,35 milhão de pares enviados a um preço de US$ 22,4 milhões, quedas tanto em volume (-5,3%) como em receita (-8,5%) em relação a 2017.
     
    A China aparece no terceiro posto, acumulando 4,58 milhões e US$ 17 milhões, altas de 30% em volume e de 28,2% em valores no comparativo com igual o período do ano passado.
     
    Em partes de calçados – cabedais, solas, saltos, palmilhas etc – as importações também aumentaram no quadrimestre. No período, entraram no Brasil o equivalente a US$ 21,4 milhões, 45,2% mais do que em 2017. As principais origens foram China, Vietnã e Paraguai.
     

    Acesse as tabelas completas em AQUI"

    Referências:“Exportações de calçados registram incremento em abril”, 2018.Disponível em:”http://www.abicalcados.com.br/noticia/exportacoes-de-calcados-registram-incremento-em-abril” Acesso em: 17 de maio de 2018.

     

     

     
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  • Quarta, 16 de Maio de 2018

  • COMUNICADO l Acordo entre Mercosul e Canadá

  • Resultado de imagem para mercosul e canada

    O site da Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos informa (Assintecal):

    "O Governo brasileiro, por meio de contato direto com os representantes da sociedade civil, entre eles entidades representativas de setores da indústria, reabriu o período para consulta pública sobre eventuais impactos nestes a partir de um acordo de livre-comércio entre os países membro do Mercosul e o Canadá. O país possui uma vasta rede de acordos comerciais. De acordo com o site oficial do governo canadense[3], o país possui Acordos de Livre Comércio com Chile, Colômbia, Coreia, Costa Rica, EFTA, Honduras, Israel, Jordânia, Panamá, Peru, Ucrânia, União Europeia e NAFTA. Recentemente assinou o acordo Parceria Transpacífico (TPP), ainda sem vigência, que inclui Austrália, Brunei, Chile, Japão, Malásia, México, Nova Zelândia, Peru, Singapura e Vietnã. O país ainda está em negociações com a CPTPP (Comprehensive and Progressive Agreement for Trans-Pacific Partnership), CARICOM (Comunidade do Caribe), República Dominicana, El Salvador, Guatemala, Nicarágua, Índia, Japão, Marrocos e Singapura, e possui diálogos exploratórios com a ASEAN, China, Aliança do Pacífico, Filipinas, Tailândia e Turquia. 

    Em 2017, as exportações brasileiras para o Canadá cresceram 14,9% em relação ao ano anterior, passando de US$ 2,37 bilhões para US$ 2,7 bilhões. A participação do país caiu de 1,3% para 1,2%, posicionando-se como o 17º destino das exportações brasileiras nesse ano. Já as importações brasileiras do Canadá diminuíram 5,6% em relação ao ano anterior, passando de US$ 1,86 bilhões para US$ 1,76 bilhões. A participação do país caiu de 1,4% para 1,2%, posicionando-se como o 21º fornecedor estrangeiro ao Brasil nesse ano. Diante desses números, a balança comercial com o Canadá resultou em superávit de US$ 958 milhões em 2017. No ano anterior, houve superávit de US$ 500 milhões. Por sua vez, a corrente de comércio (exportações e importações somadas) entre os dois países foi US$ 4,5 bilhões em 2017, aumento de 5,9% em relação ao ano anterior, no qual a corrente de comércio somou US$ 4,2 bi. O país representou o 18º maior fluxo de comércio do Brasil em 2017.
     
    Neste sentido, consultamos as empresas associadas que possuem relações comerciais com o Canadá, para apresentarem possíveis efeitos e interesses em redução ou manutenções de tarifas. Para cada código tarifário da Nomenclatura Comum do Mercosul (NCM), o tratamento a ser conferido, segundo a sensibilidade dos produtos:
     
    i) nenhuma sensibilidade; 
    ii) baixa sensibilidade;
    iii) média sensibilidade; e
    iv) alta sensibilidade, apresentando-se justificativa e ranking de sensibilidade de tais linhas na negociação.
    c) caso existam propostas de regras de origem, observações quanto a barreiras não tarifárias no mercado de destino, bem como outras considerações específicas, essas deverão constar da coluna “Observações”;
    d) identificação de insumos à produção nacional e se haveria interesse direto na desgravação da importação desse insumo; e
    e) interesse ofensivo de exportação dos associados (desgravação tarifária dos produtos canadenses). 
     
    Os respondentes deverão enviar uma única manifestação, contendo o tratamento a ser conferido para cada um dos itens apontados. Todas as informações fornecidas são de caráter sigiloso e serão analisadas para a definição da posição brasileira. 
     
    As informações de interesses no acordo deverão ser encaminhadas para o e-mail: institucional@assintecal.org.br
     

    Permanecemos à disposição para dúvidas ou esclarecimentos adicionais. "

    Referências:“COMUNICADO l Acordo entre Mercosul e Canadá”, 2018.Disponível em:”https://www.assintecal.org.br/noticias/548/comunicado-l-acordo-entre-mercosul-e-canada-” Acesso em: 16 de maio de 2018.

     

     

     
  • Postado por: TI - STICKFRAN

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